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A Cara da Manhã

Economia Internacional

Escrito por:

Gabriel Cavaretto, Ricardo Walendorff e Shin Lai

Importante lembrar aos investidores que os mercados são voláteis e que nem sempre se movimentam conforme os fundamentos econômicos

Ásia

Divulgações relevantes apenas no Japão, com as Atas da última reunião de Política Monetária e discurso do presidente do BoJ (Banco Central japonês), que reafirmou que o Japão deve manter as taxas de juros extremamente baixas por um período relevante.

Com feriado em Hong Kong e na Coréia do Sul, novamente tivemos um dia com menor volume na Ásia e de movimentação dúbia. China fechou o dia em baixa de -0,58%, sem mudanças relevantes no cenário, enquanto a bolsa de Tóquio fechou em alta de +0,29%, estimulada principalmente pelo iene mais fraco e alta que elevou o juro do bônus de 10 anos do governo japonês para o maior patamar desde jan/16, o que refletiu nas altas das seguradoras.

Europa

Sem resultados e divulgações impactantes para o mercado europeu, bolsas do velho continente abrem o dia em mais de uma direção, com Frankfurt em queda de-0,07%, enquanto Londres e Paris subiam, +0,11% e +0,12%, respectivamente.

Economia nos EUA

Destacamos apenas a Confiança do Consumidor Conference Board (set), que vem em alta interessante desde a metade de 2016, apresentando expectativa de leve queda para 132,2 (anterior em 133,4).

Futuros operavam em alta as 7:45h de hoje, com Nasdaq +0,14%, Dow Jones +0,28% e S&P +0,24%.

Treasuries e VIX nos EUA – 7:45

Treasuries operavam em alta, com +0,57% para 2 anos, e +1,14% para 10 anos (3,113). Enquanto isso, o Vix futuro estava em -1,00% e CBOE vix em -2,79%.

Pela movimentação positiva dos futuros e dos yield, enquanto os indicadores volatilidade (vix) abriram em baixa, cenário de abertura da bolsa norte-americana é positivo em todas “as frentes”.

Economia Nacional

Economia nacional

Na segunda-feira, o Ministério da Agricultura aumentou a previsão do valor bruto de produção agropecuária (VBP) para o ano de 2018. Espera-se agora 565,6 bilhões de reais (anterior a 563,5), apesar de não divulgarem uma nota explicando a subida.

O governo informou ontem que agora conta com uma sobra de 600 milhões de reais no orçamento, após ajustes contábeis, ganhos do BC com o dólar e com 4,4 bilhões de reais devolvidos pelo Banco do Brasil (retorno de crédito). Antes o orçamento dependia das receitas futuras que o Banco Central poderia conseguir com a alta do dólar, pois estava negativo em 98,4 milhões e com dificuldades de cumprir com a regra de ouro.

Outros destaques para este saldo positivo do governo foram: a devolução de 130 bilhões de reais do BNDS, extinção de 27,5 bilhões do Fundo Soberano que foram extintos, além de outras realocações.

Para 2019, o saldo projetado é insuficiente para o cumprimento da regra de ouro, que mesmo contando com receitas do Banco Central, ficaria faltando 91,2 bilhões de reais, dificultando de início o governo do próximo presidente.

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No início do dia, tivemos a divulgado do IPC-Fipe da semana passada, com anterior a +0,3% e trouxe alta de +0,36% para a 3ª quadrissemana do mês, com deflação em preço de vestuário e alimentação, enquanto despesas pessoais, transporte e habitação apresentaram altas consideráveis.

Trazendo maiores informações para os investidores sobre os entendimentos do Copom para a taxa de juros e para a economia nacional, teremos as Atas do Copom as 8 horas. No mesmo horário teremos a Sondagem da Construção.

Política Nacional

Política nacional

Saiu ontem a última pesquisa do Ibope, confirmando cada vez mais a disputa do segundo turno entre Bolsonaro e Haddad, com o primeiro se mantendo com 28%, e o segundo com 22% (alta de 3 pontos). Os dois principais são seguidos por Ciro Gomes, com 11% (manteve) e Alckmin com 8% (alta de 1 ponto). Destacam-se também a queda de brancos/nulos e de quem não sabe, com 12% (queda de 2 pontos) e 6% (queda de 1 ponto), respectivamente.

Considerando um segundo turno entre os dois favoritos das pesquisas, houve uma reversão a favor de Haddad, que saiu de 36% para 43%, enquanto Bolsonaro caiu de 40% para 37%. O candidato do PSL ainda enfrente grandes problemas com sua alta rejeição, que subiu para 46%.

Recomendações Diárias Fundamentalistas

Recomendações fundamentalista

DJ Commodities em +0,08% as 7:45

Petróleo: ontem a Petrobras anunciou a sua produção de petróleo e gás em agosto, atingindo 2,47 milhões de barris de óleo equivalente por dia (2,35 milhões no Brasil). Este resultado foi 5% menor que o produzido em julho e 9% menor na comparação anual. Segundo a companhia, a redução não espanta, pois houveram paradas programadas para manutenção, tranquilizando também por ainda manter a média de 2,6 milhões de barris/dia.

 Estoque de Petróleo Bruto Semanal API, as 17:30, que semana passada trouxe impactos negativos para as empresas, com bom aumento do estoque para 1,250 milhões.

Com a notícia de cima, acreditamos que as ações devem absorver possível alta internacional, além de se desenvolverem de acordo com a dinâmica nacional.

Futuros do petróleo caíram durante a sessão asiática.

Brent em +1,01% e WTI em +0,67% as 7:45 desta manhã.

Na Europa (7:25) temos BP em +2,19%, Shell +1,99% e Petrochina em +0,91%.

Viés de alta, com bons fundamentos externos (preços disparando) e pares internacionais mais positivos (PETR4).

Minério: sem notícias para o setor, ações devem absorver movimentação internacional, juntamente com desempenho do dólar e do minério em si.

Minério de ferro fechou em queda de -1%, a 497,00.

Dólar estava 0,0% as 7:45, cotado a 4,09. Ontem a moeda subiu 1,05% em relação ao real, fechando em 4,0914 no mercado.

Na Europa, Anglo American com +0,93%, Rio Tinto em +0,18% e BHP em +1,01%, as 7:26.

Viés de alta moderada, com pares internacionais positivo, apesar da baixa do minério na China. (VALE3/BRAP4).

Siderurgia: ontem à noite, o Instituto Aço Brasil informou que a produção de aço bruto caiu -3,7% na comparação anual, fechando agosto com 2,8 milhões de toneladas. Em contrapartida, as vendas internas subiram 9,2% na comparação anual, e o consumo subiu 11,4% (ano/ano).

Além da absorção da queda da produção, ações devem seguir pares internacionais.

Em Londres, ArcelorMittal em +1,78% (7:35). Pares na Ásia fecharam com Nippon em +1,01, e Hesteel com -0,63%.

Viés alta moderada, com movimento majoritariamente positivo dos pares internacionais e influencia parcialmente negativa da queda da produção (GGBR4/CSNA3/USIM5).

Paper e Pulp: sem novas notícias e resultados para o setor, ações devem seguir movimentação internacional e as expectativas para o dólar e as empresas em si.

Dólar estava 0,0% as 7:45, cotado a 4,09. Ontem a moeda subiu 1,05% em relação ao real, fechando em 4,0914 no mercado.

Pulp & Paper Index Price fechou em +1,36%, 643,52.

Par asiático Oji Paper em +0,60% (+1,59 com gap de abertura), enquanto o par europeu Stora Enso estava em +0,24%, considerando o gap de abertura vai para +1,59% as 7:39.

Viés de alta moderada, com parte externa mais positiva e possibilidade de início de correção apoiado na alta do dólar (SUZB3/FIBR3/KLBN11).

Bancos: sem novidades relevantes para o setor, ações devem seguir tendência da bolsa nacional.

Viés baixa moderada, pela possibilidade de absorção negativa do resultado do Ibope, mantendo a direção do último pregão (BBAS3/ITUB4/BBDC4)

O calendário segue a divulgação da Bmf Bovespa, podendo as empresas divulgar seus dados com antecedência

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