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A Cara da Manhã

Economia Internacional

Escrito por:

Gabriel Cavaretto, Ricardo Walendorff e Shin Lai

Importante lembrar aos investidores que os mercados são voláteis e que nem sempre se movimentam conforme os fundamentos econômicos

Ásia

Diversos resultados para a economia japonesa, dos quais destacamos: a Proporção de Ofertas de emprego com 1,63 (expectativa de manter a 1,63), IPC-núcleo anual (set) com +1% (expectativa de +0,9%), IPC anual (set) com +1,3% (expectativa de +1,1%), Taxa de Desemprego com 2,4% (expectativa de manter em 2,5%), prévia da Produção Industrial (mensal/ago) com +0,7% (expectativa de +1,5%), e a variação de Vendas no Varejo, com +2,7% (expectativa de +2,2%).

Também tivemos dados relacionados a construção civil no Japão, com Encomendas de Construção com +0,5% (anterior -9,3%) e Construção de Novas Casas com +1,6% (expectativa de +0,4%).

Bolsas asiáticas fecharam o dia majoritariamente em alta (Coreia do Sul e Taiwan negativos). Com resultados indicando maior inflação, menor desemprego, bom aumento de venda no varejo e na venda de casas, a bolsa de Tóquio fechou em alta de +1,36%, apoiada também pela queda do iene e bons desempenho nos setores de tecnologia, eletrônicos e químicos. A bolsa de Xangai e de Hong Kong também fecharam com altas, a primeira com +1,06% e a segunda com +0,26%.

Europa

No R. Unido, foram divulgados os Investimentos das Empresas (2º tri/anual), com -0,2% (expectativa de +0,5%), saldo das Transações Correntes (2º trimestre) com -20,3 bilhões (expectativa de -19,4 bilhões), PIB trimestral (2º trimestre) com +0,4% (expectativa de +0,4%) e PIB anual (2º trimestre), com +1,2% (expectativa de +1,3%). No agregado, os resultados para o R. Unido se mostraram abaixo do esperado.

Na França, destaque para os Gasto dos Consumidores (mensal/ago) com +0,8% (expectativa de +0,3%), prévia do IPC mensal com -0,2% (expectativa de -0,1%), prévia do Índice de Preços ao Consumidor Harmonizado (set) com +0,2% mensal (anterior a +0,5%) e +2,5% no anual (expectativa de +2,6%). França fechou com agregado pouco distante do esperado, apesar de ser abaixo.

Na Alemanha mercado de trabalho em destaque, com Variação do número de desempregados e a Taxa, com o primeiro -23 mil (expectativa de -9 mil), e o segundo com 5,1% (expectativa de manter a 5,2%). Alemanha acumulou bons resultados, o que demonstra a recuperação da força da economia em gerar empregos.

Para a Zona do Euro, apenas as prévias do IPC-núcleo e IPC foram divulgadas (set), com o primeiro +0,9% (expectativa de +1,1%) e o segundo +2,1% (expectativa de +2,1%). A UE demonstra que a inflação ainda não é cresceu como gostariam, mas não perdeu força relevante.

Mercados europeus abriram o dia em baixa generalizada, com destaque para as baixas de Frankfurt, com -0,44%, e de Paris, com -0,50%, contrastando com o fechamento majoritariamente de ontem com redução da preocupação com a Itália.

 

Economia nos EUA

Destaque do dia para PCE (Pesonal Consumption Expenditure) Deflator, as 9:30, que é um dos principais indicadores visualizados pelo Fed para tomar suas decisões. Também teremos as 9:30, as variações de Renda Pessoal, Gastos Pessoais e Consumo Pessoal Real, com todos para agosto, que vem apresentando crescimento mais estável.

Por fim, as 11h, será divulgado a Confiança do Consumidor Michigan (set), com anterior em 91,1, e o Índice Michigan de Percepção do Consumidor (set), com expectativa de 100,5 (anterior a 100,8).

 

Futuros operavam em baixa as 7:45h de hoje, com Nasdaq -0,24%, Dow Jones -0,24% e S&P -0,21%.

 

Treasuries e VIX nos EUA – 7:45

Treasuries operavam em baixa, com -0,71% para 2 anos, e -0,71% para 10 anos (3,033). Enquanto isso, o Vix futuro estava em +1,42% e CBOE vix em +2,50%.

Pela movimentação negativa dos futuros e dos yield, enquanto os indicadores volatilidade (vix) abriram em alta, cenário de abertura da bolsa norte-americana é negativo, com todos os indícios supracitados apontando para o mesmo entendimento.

Economia Nacional

Economia nacional

Ontem Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central brasileiro, informou que a política monetária do BC não mudou, ou seja, utilizará a taxa de juros para controlar a inflação, então se a mesma demonstrar maior alta, os juros subirão, mesmo com atividade econômica mais fraca. Ilan se esquivou das perguntas políticas e reiterou a necessidade de reformas para a economia nacional e “ajudaria o BC”.

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O dia de resultados começa com a divulgação da Taxa de Desemprego no país, que vem caindo desde maio deste ano, atingindo 12,3%.

As 10:30, teremos a divulgação da Relação Dívida/PIB do país, além do próprio Balanço Orçamentário (ago) e o Superávit Orçamentário (ago). Espera-se uma relação de 51,8%, Balanço de -46,100 bilhões e Superávit em -6,8 bilhões

Política Nacional

Política nacional

Ontem o general Mourão, vice de Bolsonaro na candidatura à presidência, criticou em uma palestra O 13º salário e o adicional de férias, e completou dizendo que deveríamos fazer uma reforma trabalhista séria no Brasil. Bolsonaro, pelo Twitter, “desautorizou o vice”, indicando que o 13º não pode ser suprimido sequer por proposta de emenda constitucional, além de criticar o conhecimento do vice, considerou essa posição como ofensa para quem trabalha.

A partir das declarações de Mourão, os demais candidatos à presidência aproveitaram para criticar fortemente a postura, indicando Bolsonaro como presidente teríamos maior peso do Estado sobre os trabalhadores e/ou que perderiam seus direitos.

Para hoje, XP e Datafolha divulgarão novas pesquisas de intenção de voto para a presidência, lembrando que o segundo balizará quem irá para o debate na rede Globo (maior que 6%).

Recomendações Diárias Fundamentalistas

Recomendações fundamentalista

DJ Commodities em +0,04% as 7:45

Petróleo: diversos pontos a serem abordados hoje. Após fortes altas recentes, Petrobras superou Ambev e se tornou a segunda maior empresa, em valor de mercado, listada na bolsa de valores brasileira. Ontem o diretor de refino e gás natural da petroleira informou que o subsídio para o diesel está sendo positivo para a empresa, que inclusive conseguiu aumentar sua “fatia de mercado”, por vender mais barato e com lucro.

Ontem a Petrogal, controlada pela Galp, informou que planeja investir de 800 milhões até 1 bilhão de reais, por ano, no Brasil para conseguir desenvolver os ativos que já possui e expandir o portfólio do pré-sal. A empresa atua no campo Lula, que é o de maior produção, em parceria com a Petrobras.

Com as considerações de cima, acreditamos que as ações devem absorver possível alta internacional, além de se desenvolverem de acordo com a dinâmica nacional.

Futuros do petróleo subiram durante a sessão asiática.

Brent em +0,26% e WTI em -0,01% as 7:45 desta manhã.

Na Europa (7:33) temos BP em -0,25%, Shell -0,32% e Petrochina em +0,66% (Shangai).

Viés de baixa moderada, com preços internacionais se não tão fortes, queda de pares internacionais e parte do impacto positivo do noticiário já ter sido agregado aos preços (PETR4).

Minério: sem notícias para o setor, ações devem absorver movimentação internacional, juntamente com desempenho do dólar e do minério em si.

Minério de ferro fechou em queda de +1,33%, a 495,50.

Dólar estava 0,0% as 7:45, cotado a 4,01. Ontem o dólar fechou negativo novamente, atingindo valores abaixo de 4 reais pela primeira vez desde 21 de agosto, fechando com baixa de -0,45%, cotado a R$ 4,0127.

Na Europa, Anglo American com +0,02%, Rio Tinto em -0,67% e BHP em +0,02%, as 7:35.

Viés de baixa moderada, seguindo uma possível correção, apesar de contar com recuperação do preço minério na China. (VALE3/BRAP4).

Siderurgia: notícia apenas para CSN, que recebeu no início do dia de ontem o aval do Cade para uma possível aquisição de uma unidade de processamento e distribuição de aços planos da empresa Axis, situada em Valência no RJ.

Sem novidades impactantes para o setor, ações devem seguir pares internacionais, juntamente com a dinâmica interna (com menor peso).

Em Londres, ArcelorMittal em -1,21% (7:40). Pares na Ásia fecharam com Nippon em +0,75%, e Hesteel (Xangai) com -0,31% e Baoshan (Xangai) com -0,76%.

Viés baixa moderada, com movimento majoritariamente negativo dos pares internacionais e possível continuidade de correção interna (GGBR4/CSNA3/USIM5).

Paper e Pulp: sem novidades para o setor, ações devem seguir movimentação externa, além da grande influência do dólar.

Dólar estava 0,0% as 7:45, cotado a 4,01. Ontem o dólar fechou negativo novamente, atingindo valores abaixo de 4 reais pela primeira vez desde 21 de agosto, fechando com baixa de -0,45%, cotado a R$ 4,0127.

Pulp & Paper Index Price fechou em +1,43%, 646,34.

Par asiático Oji Paper em +0,61%, enquanto o par europeu Stora Enso estava em -1,21%, as 7:42.

Viés de alta moderada, possibilidade de mercado asiático ajudar, além de possível recuperação do dólar e de retração do Bovespa para o dia de hoje (SUZB3/FIBR3/KLBN11).

Bancos: sem novidades relevantes para o setor, ações devem seguir tendência da bolsa nacional.

Viés baixa moderada, pela possibilidade seguir a movimentação entendia para o Bovespa no dia de hoje (BBAS3/ITUB4/BBDC4)

O calendário segue a divulgação da Bmf Bovespa, podendo as empresas divulgar seus dados com antecedência

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